Por:Jornal NC - Publicado em 15/02/2017
Há seis meses, fogos de artifício iluminavam o Maracanã e câmeras da imprensa mundial transmitiam a abertura dos Jogos Rio 2016 para um público estimado em 2,5 bilhões de pessoas.
Hoje o estádio encontra-se em estado de abandono, sem energia, devido a dívidas milionárias com a distribuidora Light, em meio a um imbróglio que envolve o consócio Maracanã S.A., o Comitê Organizador Rio 2016 e o governo estadual do Rio.
A concessionária Maracanã S.A. administra o estádio desde 2013, e o Comitê Rio 2016 controlou o estádio entre março e novembro do ano passado para o período olímpico.
Em novembro, obedecendo o prazo de devolver o estádio para a concessionária, o Rio 2016 entregou as chaves. Porém, o grupo não aceitou a devolução, alegando que o estádio precisava de reparos.
A Maracanã S.A. só retomou o estádio em meados de janeiro, forçada por uma liminar.
Neste meio tempo, a falta de segurança, energia e manutenção contribuiu para o quadro de degradação e para a invasão do estádio por ladrões que furtaram cabos, televisores e dois bustos de bronze – inclusive do jornalista Mario Filho, que dá nome ao Maracanã.
Veja como ficou a sede das Olimpíadas











Curta nossa Fanpage no Facebook
Publicidade

CidadesCidades
Faixa da Castello Branco, sentido capital, será interditada para obras de passarela em Barueri

Internacional
Militares dos EUA apreendem outro petroleiro ligado à Venezuela

Especiais
Petrobras assina contrato bilionário para fabricar navios no RS

Cidades
CCPL Jaraguá Mirim terá posto de vacinação contra raiva para cães e gatos

PolíticaPolítica
Governo estuda privatização da Infraero em partes, diz ministro

CidadesEducação
Faculdade Municipal de Barueri iniciou primeiro dia letivo nesta quinta-feira (4)
Publicidade