Por:Jornal NC - Publicado em 30/11/2017
Um grupo de militantes da Organização Não Governamental (ONG) Greenpeace entrou na terça-feira (28) na usina nuclear de Cruas-Meysse, no sul da França, para denunciar a insegurança nas instalações e seu fácil acesso.
A ONG afirmou que 20 ativistas, alguns dos quais foram detidos, entraram na central para alertar sobre “a extrema vulnerabilidade” das piscinas de combustível irradiado.
Os militantes queriam “denunciar o imobilismo” da empresa de energia EDF, operadora dos 58 reatores nucleares presentes em solo francês, contra os alertas e relatórios existentes sobre o “risco nuclear”.
Alguns dos ativistas escalaram uma dessas piscinas, enquanto outros deixaram a marca da sua mão “para demonstrar sua acessibilidade”.
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O Greenpeace lembrou que, no último dia 12 de outubro, outro grupo de militantes entrou na central de Cattenom, no nordeste do país, para evidenciar a sua fragilidade. “Desde então, a EDF não fez nada”, acrescentou a ONG, afirmando que seus ativistas conseguiram entrar no local “em menos de dez minutos” e alertou que as piscinas de combustível são as que apresentam maior radioatividade e não estão suficientemente protegidas de ataques exteriores.
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