Por:Jornal NC - Publicado em 01/04/2016
Mais de 1,3 toneladas de cocaína procedentes da Colômbia foram apreendidas em águas internacionais do Oceano Pacífico, perto das fronteiras marítimas do Equador e de El Salvador, anunciou a polícia colombiana.
A apreensão da mercadoria, “propriedade de uma organização criminosa formada por colombianos e equatorianos e baseada no Pacífico”, foi resultado de um esforço conjunto da polícia e dos militares da Colômbia e do Equador.
Essas operações foram apoiadas pela agência antidroga dos Estados Unidos (DEA) e por uma força de combate ao narcotráfico com sede na Flórida (Sudeste dos Estados Unidos).
Um barco rápido foi interceptado a 200 milhas náuticas de El Salvador com uma carga de 750 quilos de cloridrato de cocaína, informou a polícia judiciária colombiana, acrescentando que em uma primeira operação, dois equatorianos e um colombiano foram detidos.
Veja Também: Coreia do Norte lança no mar novo míssil de curto alcance
Numa segunda ofensiva das autoridades no Pacífico, na fronteira com o Equador, foram apreendidos 613 quilogramas de cocaína e detidas cinco pessoas de nacionalidades não reveladas.
Na semana passada, a Colômbia e o Equador anunciaram que planejam criar uma força militar conjunta para reforçar a segurança na fronteira comum, que se estende por 700 quilômetros, onde operam cartéis de droga e grupos armados ilegais.
A Colômbia é o primeiro produtor mundial de folha de coca, que compõe a base da cocaína. Em 2014, o país exportou aproximadamente 442 toneladas de cocaína, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).Curta nossa Fanpage no Facebook
Publicidade

CidadesCidades
Saúde de Barueri reforça equipes com 207 novos profissionais

EspeciaisEspeciais
Governo e Congresso intensificam articulações antes das eleições

EsportesEsportes
MEC lança diretrizes para ensino de arte na educação básica

CidadesCidades
Barueri realiza semana dedicada à valorização da família

Saúde e Bem EstarCidades
Mães de crianças da Maternal do Jardim Líbano participam de atividades físicas

EspeciaisEspeciais
Divergência política sobre IOF é própria da democracia, diz Lula
Publicidade