Por:Jornal NC - Publicado em 01/04/2026
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou uma ampla reforma ministerial nesta semana, com a saída de diversos ministros que pretendem disputar as eleições gerais de outubro de 2026. As mudanças ocorrem por causa do prazo de desincompatibilização, que termina em 4 de abril. Pela legislação eleitoral, ocupantes de cargos no Executivo precisam deixar suas funções até seis meses antes do pleito para poder concorrer, evitando o uso da máquina pública em benefício próprio. Entre os principais nomes que já deixaram ou devem deixar o governo estão Fernando Haddad, que pretende disputar o governo de São Paulo, e Simone Tebet, cotada para o Senado.
O vice-presidente Geraldo Alckmin também deixará o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio para repetir a candidatura como vice na chapa de Lula. Ao todo, cerca de 18 ministros devem sair, provocando uma das maiores mudanças no primeiro escalão desde o início do mandato. Na maioria dos casos, os substitutos são os secretários-executivos das próprias pastas, garantindo continuidade administrativa. A reforma também atinge áreas estratégicas do governo, como Fazenda, Casa Civil, Educação e Meio Ambiente, e ainda há ministérios sem substitutos oficialmente definidos. Especialistas avaliam que a movimentação tem impacto direto no cenário eleitoral, já que fortalece a presença de aliados do governo nas disputas estaduais e no Congresso Nacional.
Curta nossa Fanpage no Facebook
Publicidade

CidadesCidades
Barueri alerta: apesar da queda nos casos de dengue, prevenção deve continuar

PolíticaPolítica
Sites de apostas e perfis com propagandas de bets são bloqueados

EspeciaisEspeciais
Eleições 2026: saiba o que pode e o que não pode no dia da votação

PolíticaPolítica
Setembro Laranja reforça ações de segurança do paciente na rede municipal de Barueri

Entretenimento
Grupo 59 põe no palco o lado infantojuvenil de Graciliano Ramos

InternacionalInternacional
Trabalhadores argentinos fazem greve contra reformas e austeridade de Milei
Publicidade