Por:Jornal NC - Publicado em 08/06/2017
Quanto menor os drones se tornarem, em mais lugares eles poderão voar. Enquanto muitos pesquisadores estão tentando superar o desafio monumental de construir drones que possuam a aparência e o comportamento de pequenos insetos, um novo método dá aos engenheiros a possibilidade de oferecer capacidades de drones para animais que já existem. A maior barreira na construção de pequenos drones que possam voar em praticamente qualquer lugar é o fornecimento de energia.
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Uma pequena aeronave só é forte o suficiente para carregar uma bateria minúscula, o que limita sua autonomia. Mas, de alguma maneira, aquele mosquito irritante que entra no seu quarto consegue atazanar seus ouvidos por horas e ainda reabastecer sua energia ali mesmo – utilizando você. Nós conseguimos apenas fazer eletrônicos pequenos, mas não tão pequenos a ponto de fazer um mosquito ganhar capacidades de drone. Mas e uma libélula? Pesquisadores da Charles Stark Draper Laboratory e do Howard Hughes Medical Institute criaram algo que eles chamam de DragonflEye: um drone com controle remoto incorporado em uma libélula viva.
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