Por:Jornal NC - Publicado em 14/07/2016
Sergei Casper, 17, poderia ser definido como um garoto sensível, vítima predileta do bullying homofóbico nas escolas. Estudante de uma escola politécnica de Moscou, ele era amante das artes, gostava de cantar e de ouvir música, e era tido com um rapaz pacífico pelos colegas de classe. Ao longo de meses ele foi vítima de bullying por parte dos outros garotos, supostamente por ser gay. Em dezembro, outros estudantes o amarraram no banheiro e depois de tentar afogá-lo na privada e xingá-lo por ser afeminado, eles o levaram carregado até a sala, onde novamente foi vítima de risadas e piadas. A lição era fazer o rapaz virar homem, seria a lição da vida do rapaz, diziam os agressores. Com um plástico filme amarrando suas pernas e braços, Serguei perdeu o equilíbrio e bateu com a garganta na quina da mesa da professora, que não fez nada para ajudar o aluno. Desacordado, ainda foi xingado pelos colegas e alvo de risadas. A graça se esvaiu depois que perceberam que o rapaz que antes se contorcia, não reagia mais. Quando a polícia chegou, era tarde. Sergei estava morto. Os pais do garoto esperam justiça, mas o caso não é discutido no país. Curta nossa Fanpage no Facebook
Publicidade

CidadesCidades
Barueri acelera obras: mais de 25 entregas em 2026 e novos projetos até dezembro

InternacionalInternacional
Tragédia no Nepal: número de mortos sobe para 1.280 após enchentes e deslizamentos

EspeciaisEspeciais
CCJ do Senado aprova texto-base da PEC da Segurança Pública

CidadesCidades
Nova Maternidade Municipal de Barueri na Vila Porto está com mais de 50% da obra concluída

Política
Juiz considerou que réu faltou à audiência por falta de intimação

PolíticaPolítica
Em Ilhabela pré-sal enriquece cidade mas moradores reclamam de falta de infraestrutura
Publicidade