Por:Jornal NC - Publicado em 26/01/2017
O governo chinês veio a público anunciar na última semana de 2016 uma importante decisão que promete transformar a relação do país com os elefantes. Isto porque a China é quem mais consome as presas de elefantes em todo o mundo e, até o final deste ano, deixará de comercializar o marfim, após ceder ao apelo de ambientalistas e governos de outros países.
A notícia foi recebida como uma “vitória monumental” para a organização não-governamental WWF-International, já que o fim da venda e processamento do material vem sendo solicitado há décadas, além dos esforços realizados pela ONG para conservação da espécie. Vale destacar ainda que o mercado chinês era responsável pelo consumo de 70% de todo marfim vendido globalmente, fato que engradece ainda mais a decisão.
Veja Também: Trump admite que Rússia está por trás da invasão de hackers na eleição dos EUA
Para se ter uma ideia, em alguns lugares da China, o quilo do material chega a custar mais de 1000 dólares e tem grande símbolo de status social na cultura local, já que é usado para confeccionar joias e produtos de luxo.
A expectativa agora é de que a população de elefantes possa, mesmo que aos poucos, se recuperar do extermínio sofrido ao longo das últimas décadas.
Publicidade
CidadesCidades
Barueri comemora 76 anos com Péricles, Gato de Botas e muitas atrações gratuitas
InternacionalInternacional
Brasil e Japão firmam acordos e plano de ação para ampliar parcerias
EspeciaisEspeciais
Senado pode votar projetos sobre segurança e sonegação na próxima semana
CidadesCidades
Prefeitura entrega UBS do Jardim do Líbano a poucos dias do 76º aniversário de Barueri
Educação
Programa Nacional do Livro Didático renovará seu ciclo
Entretenimento
Tim Burton ganha exposição no MIS que começa no dia 03 de Fevereiro
Publicidade