Estágio e especialização são essenciais para quem faz administração, dizem alunos e professores



Por:Jornal NC - Publicado em 08/06/2017

Estágio e especialização são essenciais para quem faz administração, dizem alunos e professores

No topo do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) por ter o maior número de inscrições, o curso de administração tem justamente em seu caráter generalista um dos grandes atrativos para os estudantes.
Mas as dúvidas sobre o futuro profissional podem justamente aumentar na cabeça dos alunos porque o curso transita em diversas áreas de conhecimento. Para conhecer melhor as possibilidades de atuação, professores elegem o estágio durante a faculdade e a especialização depois de formado como itens essenciais na formação dos futuros administradores.
Para quem já se formou, existem diversos tipos de curso de especialização. As mais comuns são a pós-graduação lato sensu, como MBA, que confere um certificado, não um diploma. Em outro caminho temos o mestrado acadêmico, para quem desejar seguir a carreira como professor e/ou pesquisador.
Outra opção mais recente e em expansão no Brasil é o mestrado profissional, voltado para discutir mais profundamente a teoria para atuação profissional ou docente. Os dois tipos de mestrado servem como degrau para o doutorado.

Estágio
Para Graziela Comini, professora da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), o estágio é uma fase de experimentação. “Mesmo estagiando em uma área específica de uma empresa, o jovem convive com colegas de outros setores e percebe o que quer”, diz.
É importante esclarecer que, pelas Diretrizes Curriculares Nacionais do curso, estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC), os estudantes precisam cumprir o mínimo de 300 horas de estágio, organizadas de acordo com as normas definidas pela instituição de ensino. O período do curso em que o aluno deve começar as atividades, por exemplo, é estabelecido pela universidade.
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No Insper, faculdade particular em São Paulo, os graduandos só podem realizar trabalhos externos a partir do sétimo semestre, no último ano do curso. “Pensamos que o aluno deve ter uma experiência sólida dentro da universidade, tanto com conhecimentos básicos (sociologia, economia, psicologia) como com currículos específicos (marketing e gestão de pessoas, por exemplo)”, explica Guilherme Martins, coordenador de administração.
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