Por:Jornal NC - Publicado em 16/11/2015
A presidente Dilma Rousseff e os líderes da Rússia, da China e da África do Sul defenderam neste domingo (15), que para combater o terrorismo, é necessário o fortalecimento da cooperação dentro do Brisc e também com outras nações.
Dilma Rousseff e os presidentes Xi Jiping, da China, Vladimir Putin, da Rússia, e Jacob Zuma, da África do Sul, além do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, reuniram-se na Turquia, antes de participar do G-20 (20 países mais ricos do mundo).
A presidente discursou no encontro do Brics e mostrou seu repúdio aos ataques ocorridos em Paris, na última sexta-feira (13). ”Essa atrocidade torna ainda mais urgente uma ação conjunta de toda comunidade internacional no combate sem tréguas ao terrorismo”, disse.
Dilma afirmou também que a coordenação do país no G20 irá priorizar temas como os investimentos em infraestruturas, a redução da volatilidade dos mercados globais, a reforma das instituições financeiras e o combate à pobreza e à desigualdade.
O grupo extremista Estado Islâmico reivindicou em comunicado, os atentados de sexta-feira em Paris, que causaram 129 mortos, 352 feridos, 99 em estado grave.
Sete terroristas foram encontrados mortos nos locais dos ataques, segundo informação das autoridades francesas.
Os ataques ocorreram em pelo menos seis locais diferentes da cidade, entre eles uma sala de espetáculos e o Stade de France, onde ocorria um jogo de futebol entre as seleções de França e da Alemanha.
Curta nossa Fanpage no Facebook
Publicidade

CidadesCidades
Faixa da Castello Branco, sentido capital, será interditada para obras de passarela em Barueri

Internacional
Militares dos EUA apreendem outro petroleiro ligado à Venezuela

Especiais
Petrobras assina contrato bilionário para fabricar navios no RS

Cidades
CCPL Jaraguá Mirim terá posto de vacinação contra raiva para cães e gatos

Tecnologia
Mudanças no modelo de telecomunicações estão em debate até o fim da semana

Internacional
Rússia lança mais ataques aéreos em Kiev e outras partes da Ucrânia durante reunião da Otan
Publicidade