Por:Jornal NC - Publicado em 22/06/2016
É difícil não ficar um tanto surpreso ao avaliar a evolução do mercado de smartphones. Em questão de poucos anos, as empresas do setor conseguiram desenvolver produtos com telas melhores que as de muitas TVs e hardwares que, se ainda não competem com desktops, conseguem realizar tarefas rapidamente e oferecer jogos com gráficos impressionantes.
No entanto, em uma área as fabricantes do setor ainda deixam muito a dever: a duração da bateria. Se os antigos “dumbphones” só deviam ser conectados à tomada uma ou duas vezes por semana, muitos produtos modernos sequer aguentar 24 horas em precisar de uma recarga. Muitas companhias estão cientes do problema e correm atrás de maneiras de solucioná-lo, mas ainda parecemos estar longe de obter uma resposta definitiva para isso.
Um estudo realizado pelo site Phone Arena comprova a situação e mostra que muitas marcas chegaram até mesmo a piorar nesse sentido. Conduzida a partir dos benchmarks realizados pelo veículo, a análise mostra como evolução de hardware e de resolução de tela contribuíram para manter as baterias como uma área problemática.
Sony e Samsung são as melhores marcas
Os testes realizados mostram que a Samsung e a Sony são as empresas que mais realizaram aprimoramentos no quesito bateria nos últimos anos. A fabricante sul-coreana tem vantagem nesse sentido por manter uma trajetória de crescimento constante, algo que não pode ser dito da outra fabricante.
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O ápice da Sony aconteceu no Xperia Z3, que até hoje se mantém como um dos modelos com bateria mais duradoura. No entanto, a empresa decaiu nesse sentido com o Xperia Z3+ e com o Xperia Z5, só tendo se recuperado recentemente com o lançamento do Xperia X.
Em compensação, a LG mostra resultados preocupantes, visto que o desempenho energético de seus aparelhos vem caindo nos últimos anos. Entre as explicações para isso pode estar o uso da tecnologia de telas QHD e a aposta em um formato modular para o LG G5, o que pode ter influenciado na otimização do hardware.
Duração maior e recarga mais rápida
Apesar de as baterias ainda terem muito a melhorar, o estudo mostra que a indústria como geral tem evoluído nesse sentido. A exceção ocorreu durante o primeiro trimestre de 2015, onde houve uma queda no tempo médio de uso oferecido pelos aparelhos — algo que voltou a se repetir no início de 2016.Curta nossa Fanpage no Facebook
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