Por:Jornal NC - Publicado em 12/04/2018
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza, árbitro da final do Campeonato Paulista, admite que houve “erro de procedimento” entre a marcação e a anulação do pênalti para o Palmeiras. Mas ele nega que tenha havido interferência externa e garante que se baseou única e exclusivamente na opinião de seu quarto árbitro, Adriano de Assis Miranda.
Em entrevista, Marcelo concordou que não foi adequado dirigir-se até o meio de campo instantes depois da marcação do pênalti, mas justificou que tinha ouvido alguém falar “canto” (tiro de canto) no sistema de comunicação e queria saber quem era.
Imagens de TV mostram que o quarto árbitro, Adriano de Assis Miranda, só vai até o árbitro principal após ser abordado pelo quinto árbitro, Alberto Poletta Masseira.
Marcelo Aparecido Ribeiro de Souza diz que não deu entrevistas no domingo por orientação da Federação Paulista. Ele se manifestou por meio da súmula, em que já havia registrado a mudança de opinião após uma conversa com o quarto árbitro, mas sem mencionar a participação do quinto árbitro na decisão. Pela regra, a única função do quinto árbitro é substituir um membro da equipe de arbitragem se houver necessidade.
Embora admita o erro no procedimento, Marcelo se diz tranquilo por não ter marcado o pênalti de Ralf em Dudu.
Veja Também: Cruzeiro e Palmeiras lideram, São Paulo tem mais derrotas
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