Bilionários se mobilizam para reconstruir Notre-Dame

Se concretizadas, doações somarão R$ 2,87 bilhões



Por:Jornal NC - Publicado em 17/04/2019

Bilionários se mobilizam para reconstruir Notre-Dame

Bilionários e doadores privados se mobilizam para financiar a reconstrução da catedral de Notre-Dame de Paris, destruída em parte por um incêndio.
O bilionário francês Bernard Arnault anunciou que ele e seu grupo LVMH, especializado em produtos de luxo, doarão 200 milhões de euros (cerca de R$ 875 milhões) para a reconstrução.
Outros 200 milhões de euros foram prometidos pela família Bettencourt Meyers, sócia da L’Oreal. A oferta foi feita depois que a Kering, grupo de moda fundado por outro bilionário francês, François Pinault, anunciou 100 milhões de euros (R$ 437 milhões) para “reconstruir completamente Notre-Dame”.
A Total, uma empresa de energia, também anunciou que fará uma contribuição de outros 100 milhões de euros para a reconstrução, afirmou seu diretor-executivo, Patrick Pouyanne. A cidade de Paris fará um aporte de 50 milhões de euros (R$ 218,5 milhões), disse a prefeita Anne Hidalgo. Ela também propôs uma conferência internacional para coordenar as doações.
A região de Ile-de-France, que inclui Paris e seus arredores, prometeu dez milhões de euros (R$ 43,7 milhões).
Para reconstruir o templo, que anualmente recebe 13 milhões de visitantes - uma média de 35.000 pessoas por dia - serão necessários artesãos especializados em madeiras raras. O diretor do grupo Charlois, o maior fornecedor de carvalho na França, prometeu oferecer os melhores materiais para reconstruir a complexa armação de madeira, conhecida como “a floresta”, devido ao número de vigas usadas para construí-la. Especialistas afirmam que as consequências poderiam ter sido piores, a restauração poderá custar centenas de milhões de euros por vários anos, até mesmo décadas.

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É por isso que muitas pessoas pediram uma mobilização de recursos para uma rápida reconstrução. Lang pediu um plano de três anos para reconstruir o telhado e a flecha, que desabou duas horas após o início do incêndio. O edifício gótico estava sendo reformado para reparar o efeito do clima e da poluição, com um orçamento de 11 milhões de euros, financiado pelo Estado francês. O incêndio que destruiu quase todo o teto e uma das torres da catedral de Notre-Dame, em Paris, na noite desta segunda-feira (15), foi totalmente extinto por volta das 9h30 desta terça (16; 4h30 no Brasil), segundo os bombeiros. O saldo de feridos (todos levemente) é de dois policiais e um bombeiro. Enquanto a corporação prosseguia o trabalho de resfriar a construção, surgiam os primeiros balanços do que foi possível salvar das chamas. Segundo o monsenhor Chauvet, arcebispo da catedral, equipes conseguiram resgatar a coroa de espinhos feita de junco e fios de ouro que chegou ao templo no século 13, por obra do então rei da França, Luis 9, mais tarde canonizado como São Luis. Na terça, as doações de apenas duas famílias de bilionários franceses para a reconstrução da igreja já somavam 300 milhões de euros (R$ 1,3 bilhão).
O clã Arnault, dono do conglomerado de luxo LVMH, anunciou ter liberado 200 milhões, enquanto os Pinaults, também magnatas da moda, deram 100 milhões de euros. O diretor de comunicação da Santa Sé, Alessandro Gisotti, escreveu em uma rede social que “o papa está com a França.

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