Unicef diz que 750 mil crianças não têm acesso a serviços básicos em Mossul

após a expulsão do grupo terrorista Estado Islâmico da região, situação dos hospitais é critico

Cerca de 750 mil crianças na cidade iraquiana de Mossul e seus arredores não têm acesso a serviços de saúde básica, mais de seis meses após a expulsão do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), segundo denunciou o Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância). Menos de 10% dos centros médicos da província de Ninawa - da qual Mossul é capital - estão funcionando em plena capacidade e os demais o fazem em uma situação extrema, acrescentou o Unicef.

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Após visitar o hospital de Al Jansa, o maior de Mossul, Hawkins destacou que as instalações sanitárias estão operando “além das suas capacidades” e há escassez de medicamentos vitais. Na cidade de Mossul, o Unicef reabilitou os departamentos de pediatria e nutrição de dois hospitais, ofereceu geladeiras para conservar vacinas para até 250 mil crianças e apoiou campanhas para imunizar menores de cinco anos.

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