Executivo do Facebook é preso por não colaborar com investigações através de dados do Whatsapp

O crime que estava em apuração é de tráfico de drogas

Publicado em 02/03/2016

O vice-presidente do Facebook da América Latina, Diego Dzodan foi preso nesta terça-feira (1), em São Paulo, pela Polícia Federal. Segundo o juiz Marcel Maia o executivo não colaborou com investigações da PF a respeito de conversas no Whatsapp, aplicado que pertence ao Facebook desde 2014 - o crime investigado é de tráfico de drogas.
Segundo a Secretaria de Administração, Diego Dzodan ficará em uma cela isolada por dez dias e depois será transferido para uma cela com pessoas que tenham a mesma escolaridade que ele.
O juiz estipulou uma multa de R$50 mil por dia e depois, de R$ 1 milhão por dia - valor que de acordo com a polícia, chegou a ser bloqueado dos bens da empresa. Como os diálogos não foram liberados, o juiz mandou prender o executivo “por impedir a investigação policial” em nota pelo magistrado.

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O juiz estipulou uma multa de R$50 mil por dia e depois, de R$ 1 milhão por dia - valor que de acordo com a polícia, chegou a ser bloqueado dos bens da empresa. Como os diálogos não foram liberados, o juiz mandou prender o executivo “por impedir a investigação policial” em nota pelo magistrado.
Em comunicado, o Facebook disse estar desapontado com a medida extrema do juiz. “Nós estamos desapontados que os órgãos de segurança tenham tomado essa medida extrema. O Whatsapp não pode fornecer informações que não possuímos. Nós cooperamos ao máximo nesse caso e, apesar de respeitar o trabalho importante das autoridades, discordamos fortemente dessa decisão”, disse a companhia, em comunicado.

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