Tatuagem camaleão: pesquisadores criam tatuagem que muda de cor

É a primeira vez que uma técnica permite a impressão 3D de células programadas em dispositivos vivos.

Publicado em 21/12/2017

Para comprovar que a tinta viva funcionava, os pesquisadores partiram para a impressão em 3D utilizando o hidrogel. Eles desenharam um padrão de árvore no qual os galhos contêm bactérias sensíveis a diferentes produtos químicos. A ideia era que as células acendessem quando estimuladas pelas composições. Depois de imprimir o desenho de componentes eletrônicos, os pesquisadores o aplicaram sobre a pele humana. Eles colocaram os produtos químicos para reagir sobre o desenho, e a “mágica” aconteceu: os pontos fluorescentes começaram a brilhar conforme a reação das bactérias.

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Pode parecer simples, mas não foi fácil chegar a uma combinação com células vivas que pudesse ser impressa em 3D. Estudos foram realizados sem sucesso usando células de mamíferos, por exemplo. De acordo com o comunicado, é a primeira vez que uma técnica permite a impressão 3D de células programadas em dispositivos vivos. “Este trabalho é muito para o futuro, mas esperamos imprimir plataformas computacionais vivas que possam ser vestíveis”, explicou o pesquisador. Os sensores vivos poderiam servir para detectar mudanças de temperatura, níveis de poluição e mudanças no pH da pele.

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