CBB projeta “Cidade do Basquete” e quer ficar atrás apenas do futebol



Publicado em 14/09/2017

A estrada ainda é longa, mas a nova gestão da Confederação Brasileira de Basketball começa a encontrar o caminho a seguir. No próximo dia 10 de setembro, a Chapa Transparência completa seis meses à frente da entidade, e nesta quarta-feira, 6, apresentou seu plano estratégico 2017/2020. A meta é ambiciosa. Buscando parceiros, a CBB espera recolocar o basquete como o segundo esporte dos brasileiros, ficando atrás apenas do futebol. No quesito governança, fechou parceria com a BDO auditores, empresa que acompanhará todo o trabalho interno. Ao mesmo tempo, foi ao mercado atrás de um patrocínio master, que pode sair em três semanas, e também de “limpar” o nome do basquete brasileiro, afundado em dívidas que somam R$ 46 milhões mesmo depois de receber R$ 53 milhões de patrocínios durante o ciclo 2012-2016.

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O basquete tem um potencial imenso no mundo e no Brasil. Temos 35 milhões de fãs aqui, e somando todas as possibilidades da modalidade, o basquete pode gerar até R$ 2 bilhões no mercado, somando NBA, NBB, CBB, etc. Claro que após grandes eventos, como a Olimpíada, o cenário é sempre de queda de investimento em marketing, mas vamos recuperar imagem e marca para queremos depender cada vez menos de recursos públicos, desmamar mesmo, esse é o termo - garantiu Ricardo Trade, diretor sênior de operações da CBB, lembrando que todas as ações futuras dependem também da confirmação de patrocínios e outras parcerias.

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