Venda de veículos 0 km cresce no semestre pela 1ª vez desde 2013

A venda veículos novos no Brasil cresceu 3,65% no primeiro semestre do ano

Publicado em 14/07/2017

O mecânico checa o hodômetro do carro, olha para a suspensão e decreta: “Doutor, chegou a hora de trocar os amortecedores. Já estão com 40.000 km”. Se você ouvir isso, caia fora e procure outra oficina. A venda veículos novos no Brasil cresceu 3,65% no primeiro semestre do ano, em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados pela associação dos revendedores (Fenabrave) nesta terça-feira (4). É o primeiro resultado positivo para o semestre desde de 2013.

Entre janeiro e junho, 1.019.400 unidades novas de carros, comerciais leves, caminhões e ônibus foram emplacadas no país. No mesmo período de 2016, foram 983.495 unidades.O avanço foi puxado pelos carros de passeio e comerciais leves, que tiveram uma alta de 4,25% no primeiro semestre. Já o setor de veículos pesados (ônibus e caminhões) ainda registra um declínio de 13,8%, embora tenha mostrado melhora no final do semestre.

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Na preventiva, troca-se a peça num certo prazo, para garantir que não haja problemas no futuro, como é o caso do óleo. Na corretiva, ela é substituída quando quebra ou dá defeito, como uma lâmpada queimada. Na preditiva, a troca é feita só quando a peça já apresentou um desgaste que reduziu sua eficiência num nível acima do aceitável. Para isso, ela precisa seguir um procedimento adequado.

O grande erro de o fornecedor indicar o prazo para a troca do componente é que seu desgaste varia muito conforme a condição de rodagem do automóvel. Influencia nisso o estilo de direção do motorista (passar rápido em lombadas deteriora mais a suspensão e o pneu, por exemplo), a condição do piso (quanto mais buracos, menor a vida útil), a geografia do terreno (cidade com ladeiras consome mais embreagem e pneu) e o tipo de uso (no ciclo urbano, o freio dura menos).

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