Vereadores de Osasco são acusados de 4 mil crimes de estelionato

Vereadores de Osasco cometeram ao menos 4,6 mil crimes de estelionato durante seus mandatos na Câmara Municipal

Publicado em 15/12/2016

Vereadores de Osasco cometeram ao menos 4,6 mil crimes de estelionato durante seus mandatos na Câmara Municipal. É o que afirma a denúncia do Ministério Público. O número pode ser maior, pois algumas ações seguem em segredo de justiça, mas o fato das irregularidades terem continuado, mesmo após o início da Operação Caça- Fantamas, levou ao pedido de prisão de 14 vereadores nesta terça-feira (5), determinado pela 2ª Vara Criminal de Osasco.
Entre eles, está o prefeito eleito Rogério Lins (PTN), acusado de ter 14 funcionários fantasmas. Em viagem, Lins nega as acusações e pediu na quarta-feira (7) a revogação do pedido de prisão. “Tanto Rogério Lins, quanto seus funcionários, apresentaram provas acompanhadas de documentos comprobatórios do fiel desempenho das funções”, afirmou em nota.

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Segundo o Ministério Público, o legislativo osasquense tinha uma organização criminosa atuando desde 2009, com o desvio de R$ 21 milhões. A denúncia foi apresentada contra 217 pessoas, entre elas funcionários fantasmas que não trabalhavam e repassavam parte dos salários para os parlamentares.
A investigação começou em agosto e foram cinco fases. Houve quebra de sigilo bancário e quatro delações premiadas, além de outras três testemunhas que pediram proteção. Alguns parlamentares mantiveram o esquema, de acordo com a denúncia, desde 2009, caso de Toniolo (PC do B), acusado de 1.270 crimes de estelionato.Curta nossa Fanpage no Facebook


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