Sono ao volante é tão perigoso quanto o álcool



Publicado em 23/03/2018

Você ajusta o retrovisor do carro e não reconhece o próprio rosto no espelho. Aumenta o som e sua música favorita ofende seu tímpano. O corpo pesa, como ao final de uma maratona. Parece impossível vencer a briga com o músculo mais pesado de seu corpo: a pálpebra.
Quando o sono bate forte, não há remédio ou tapa na cara que resolva. Técnicas não faltam ao motorista teimoso: aumentar o som, abrir a janela, colocar a mão no teto ou parar para tomar um café.
Dirceu Alvez Júnior, da Abramet, Associação de Medicina de Tráfego, explica que os movimentos e o barulho dentro do carro contribuem para que o motorista pegue no sono. “É como um bebê sendo embalado no colo da mãe”, diz o médico.
A sonolência ao volante já é a segunda maior causa de acidentes nas rodovias brasileiras, uma combinação que pode ser tão perigosa quanto beber e dirigir.

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