Páscoa: fique atento para não comprar o ‘falso’ bacalhau

Peças de Saithe, Ling e Zargo só podem ser vendidos como peixes salgados

Publicado em 29/03/2018

Tradição nesta época do ano, o bacalhau é um dos produtos mais consumidos durante a Semana Santa.
Devido à grande procura, o preço do produto pode aumentar nesse período. Porém, é necessário que o consumidor fique alerta para que não compre gato por lebre, ou melhor, peixe salgado por bacalhau. O que alguns consumidores não sabem é que existem apenas três espécies que podem ser chamadas de bacalhau: Gadus morhua (bacalhau do Porto), Gadus macrocephalus (bacalhau do Pacífico) e Gadus ogac (bacalhau da Groelândia). As demais espécies, como Saithe, Ling e Zarbo devem ser comercializadas como peixe salgado tipo bacalhau ou peixe salgado seco.

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Vender um peixe salgado, dizendo ser bacalhau, apesar das semelhanças, é uma violação à legislação e ao Código de Defesa do Consumidor, e deve ser denunciado, afirma Henrique Lian, Diretor de Relações e Mídia da Proteste. Sabendo disso, a associação, separou algumas orientações que permitem ao consumidor reconhecer o alimento que está adquirindo.
Roberta Ribeiro, coordenadora do laboratório da Vigilância Sanitária municipal do Rio, lembra que a venda de peixe salgado como bacalhau levou a autuação de mercados nas últimas semanas. Além de se certificar que não está sendo engando, o consumidor deve estar atentos a sinais de deterioração do produto, manchas alaranjadas no peixe salgado é um sinal de que já há uma colônia de fungos. Deve-se observar a consistência do peixe, esfarelamento também é um sinal de alerta.

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