Férias: antes de viajar verifique se a praia está própria ou imprópria para banho

CETESB avalia balneabilidade das praias de São Paulo para garantir o bem estar dos banhistas

Publicado em 18/12/2015

Antes de programar sua viagem é importante verificar a balneabilidade da praia que você pretende visitar. Para isso, basta entrar no site da CETESB (Companhia Ambiental do Estado de São Paulo) e procurar pelo município ou pelo nome da praia para averiguar se a praia que você vai está própria ou imprópria para banho.


No site as classificações das praias estão tabuladas como própria e imprópria; já nas praias a indicação aos banhistas é feita através de uma bandeira, sendo vermelha “imprópria” e verde “própria”. Os banhistas devem ficar atentos, pois ao entrarem em contato com águas impróprias para o banho poderão adquirir doenças sérias como gastroenterite, micoses, hepatite A, cólera, febre tifoide, entre outras.


Semanalmente o Conselho Regional de Meio Ambiente (CONAMA), em parceria com a CETESB, faz a medição dos índices, para fazer a classificação da qualidade das praias. É importante verificar também o histórico da qualidade da água da praia, pois são consideradas próprias as praias que estejam dentro de uma margem de contaminação considerada segura para banho, portanto, mesmo sendo considerada própria, a praia ainda pode oferecer riscos. Verifique aqui a qualidade das praias de São Paulo


A Praia Grande é o destino preferido dos paulistas, as praias desse município têm as piores classificações, como por exemplo, a praia de Viação e Guilhermina, que foram consideradas impróprias durante os últimos dois meses.



NÃO SE ENGANE

É preciso estar atento, isso por que na maioria das vezes a contaminação da água não é perceptível a olho nú e nem apresenta odor. Mas não se engane! Às vezes a praia parece limpa, mas está imprópria para banho; e há praias em que os banhistas deixam o seu lixo na areia e podem estar classificadas como própria, ou seja, a água pode estar “própria para banho”, mas a areia pode sim estar contaminada.



O HISTÓRICO DA PRAIA É IMPORTANTE

Quando chove muito, o volume de água de deságua no mar aumenta e a probabilidade da água ficar poluída por esgoto e outros poluentes aumenta.


Se a praia fica próxima a portos, a água também costuma ser mais suja, por isso as praias do porto de Santos e de São Sebastião nunca estão próprias para banho. O risco de vazamentos e acidentes com barcos e navios se multiplica.



CACHORRO NA PRAIA NÃO É LEGAL

No caso de famílias que possuem cachorro, há outro cuidado a ser tomado, pois já esta em vigor a lei que proíbe que os cães frequentem as praias, por conta dos riscos para os animais e para as pessoas que frequentam a orla. Os cachorros quando em contato com a areia, podem contrair otite uma inflamação muito seria nos ouvidos.


Outros motivos da proibição dos cachorrinhos na praia são as fezes e a urina, que ao entrar em contato com a pele podem transmitir a doença do bicho geográfico, um verme que entra pelos pés e se aloja por debaixo da pele, causando irritações e coceiras.


Esta previsto em lei, a proibição de cães na praia, as consequências do não cumprimento, pode ser uma multa ou até mesmo o recolhimento do cão. Se a viagem já esta programada e não tem com quem deixar o cachorro, há diversas opções no mercado de hotéis para os bichinhos, garantindo a segurança e qualidade de estadia para o animal.


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