Cobalt sobe de nível com nova cara e central conectada da GM

Configuração deve ser nova opção de entrada do SUV e contará com mesmo conjunto mecânico atual

Publicado em 10/12/2015

A GM apresentou, em prévia na noite de quarta-feira (3), o facelift do sedã-compacto médio, e conseguiu, assim como a Renault com o Logan, revolucionar o visual do modelo, que parte de R$ 52.690 na linha 2016. É ele quem promove a estreia da nova identidade visual global da marca.
Não é só isso. O Cobalt agregará também o OnStar, assistência de rastreamento e concierge recém-estreada no Cruze. Ela estará presente nas duas versões 1.8 automáticas, de topo. Servirá, ainda, de “cobaia” para debutar o MyLink 2, segunda geração do acertado sistema multimídia da fabricante. Este só não estará presente na versão de entrada, LT 1.4 manual.
Nesta nova geração, o MyLink ganhou tela tátil maior (passou de 6,2 para 7 polegadas) e com resolução melhor (16 milhões de cores), além da possibilidade de espelhar celulares através dos sitemas CarPlay (Apple) e Android Auto (Google). Entrentanto, a fabricante vetou o MirrorLink, plataforma de espelhamento pleno que está presente em outros modelos.
Nesta nova geração, o MyLink ganhou tela tátil maior (passou de 6,2 para 7 polegadas) e com relução melhor (16 milhões de cores), além da possibilidade de espelhar celulares através dos sitemas CarPlay (Apple) e Android Auto (Google). Entrentanto, a fabricante vetou o MirrorLink, plataforma de espelhamento pleno que está presente em outros modelos. “Preferimos trabalhar com os sistemas oficiais, que atendem a padrões de segurança e permitem atualizações futuras online”, disse a UOL Carros William Bertagni, vice-presidente de engenharia e produto.
Além do Cruze, que deve ser revelado nacionalmente no Salão de São Paulo 2016 e chegar às ruas poucos meses depois, o MyLink 2 estará presente nas reestilizações de Onix, Prisma, S10, Trailblazer e Tracker, num período de dois anos, além do inédito SUV compacto nacional que substituirá o importado Tracker.

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O objetivo, segundo a GM, é descolar o Cobalt de um patamar “pragmático”, onde estão Nissan Versa, Fiat Siena e o próprio Logan, e aproximá-lo do Honda City, atual referência de status (e vendas) no segmento. Deixar de ser sucesso apenas entre taxistas e subir de patamar tem um preço: a versão de entrada teve preço aumentado em R$ 4.800, enquanto a de topo encareceu R$ 10.340.
Segundo a GM, 80% dos clientes comprarão as versões 1.8 automáticas. Meta é vender entre 1.500 e 2.000 unidades ao mês, para voltar a brigar pela liderança do segmento. A cor de lançamento, usado só por esse modelo, se chama marrom Mogno.
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