Após 11 ataques a tiros em escolas, EUA debatem se professores devem portar arma na sala de aula

Novos episódios de violência reacenderam o debate sobre a possibilidade de professores portarem armas em sala

Publicado em 02/02/2018

Dois estudantes morreram na terça-feira passada e 14 ficaram feridos quando um colega de classe abriu fogo do lado de fora de uma escola em Benton, no Estado do Kentucky. O caso colocou o assunto na pauta do dia dos jornais e reacendeu o debate sobre possíveis soluções para o problema, como capacitar professores para reagir em situações desse tipo - o que já tem sido adotado em alguns Estados nos EUA.

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Há um número crescente de políticos americanos que têm proposto novas leis que visam aumentar o número de armas de fogo nas escolas e em outros prédios públicos, além de armar professores e funcionários das escolas como meios de defesa. Horas após o tiroteio, por exemplo, o senador republicano Steve West apresentou um projeto de lei que permitiria às escolas do Kentucky contar com patrulhas de segurança armadas. O projeto, que recebeu o apoio interpartidário do senador democrata Ray Jones, se junta a outro no Estado que busca flexibilizar restrições a armas no entorno de universidades. “Precisamos de agentes armados em todas as escolas do Kentucky”, disse Jones. “Esse é um preço pequeno a pagar se salvar a vida de uma criança”. Defensores das medidas afirmam que elas são a única maneira efetiva de proteger os alunos.

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