Acerto de cadastro no banco libera saque imediato do PIS

Cotista deve levar documento oficial com foto, o CPF e a carteira profissional para facilitar saque

Publicado em 21/06/2018

Falhas cadastrais e desinformação podem atrapalhar trabalhadores que tentarem sacar suas cotas do PIS/Pasep, liberadas nesta segunda-feira (18) e pagas até 29 de junho para cotistas de 57 a 59 anos. A principal informação sobre o benefício é que só tem chance de recebê-lo o cidadão que teve registro na carteira profissional ou foi servidor público entre 1971 e 4 de outubro de 1988 e ainda não fez o saque.
Outras restrições, porém, provavelmente só serão descobertas no banco. Segundo a Caixa Econômica Federal, que paga o PIS, e o Banco do Brasil, responsável pelo Pasep, pendências no cadastro podem ser geradas por erros na numeração de documentos, no nome dos pais, no endereço e, em casos raros, por pessoas com nomes iguais, entre outros. As falhas não impedem, entretanto, o acesso ao recurso. A correção é realizada em qualquer agência dos bancos pagadores. Caso o cidadão tenha em mãos a documentação necessária para a correção cadastral, o dinheiro poderá ser liberado imediatamente.
Além de documento oficial com foto, é possível que o cotista precise apresentar a carteira profissional, o CPF ou documentos específicos que possam servir de prova para a correção do cadastro. A Caixa não divulgou balanço do primeiro dia de saques, mas informou que 2,9 milhões de brasileiros podem receber os recursos nessa fase. Quem aguardar até agosto para sacar os recursos receberá os valores corrigidos pelo rendimento anual do fundo.

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No último exercício, por exemplo, o rendimento foi de 8,9%. Ainda não há um índice de reajuste para este ano, mas o ministro do Planejamento, Esteves Colnago, disse que a correção deve ficar entre 8% e 10%.
Entre agosto e setembro, cotistas de todas as idades terão acesso aos valores. Ao todo, 25 milhões deverão ser beneficiados com a medida.

Informações
O valor pode chegar a R$ 954 (um salário mínimo), dependendo da quantidade de meses de trabalho formal realizado durante o ano-base.
Para ter o benefício é preciso ter trabalhado ao menos 30 dias, com renda mensal média de até dois salários mínimos, além de estar cadastrado no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos.
Funcionários de empresas privadas recebem na Caixa e servidores públicos, no Banco do Brasil. É pago anualmente para quem, no ano-base, trabalhou com carteira assinada ganhando até dois salários mínimos.
O valor é proporcional aos meses de trabalho, limitado ao salário mínimo do ano de saque.

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